Retorno – Formas

Progresso das Aulas

Ao realizar investimentos, espera-se obter ganhos, os quais são chamados de retornos. No entanto, os ganhos nem sempre são exatamente aqueles esperados. Se o esperado fosse obtido de modo exato, seria possível prever o retorno dos investimentos, os quais seriam livres de riscos. Todavia, riscos existem por conta das diferenças entre os retornos obtidos e os retornos esperados. O retorno possui uma parte de resultados não previstos, conhecida como parte não antecipada do retorno, ou seja, o risco real do investimento.

O risco é a possibilidade de ocorrência de um acontecimento não favorável; já o retorno diz respeito ao resultado de ganho ou de perda de um investimento. Em outras palavras, há dois componentes: o retorno esperado e o retorno inesperado. O retorno inesperado é originado a partir de eventos não antecipados. Já o risco de investimento provém da possibilidade de ocorrência de eventos não antecipados.

O valor dos retornos é medido como a soma dos valores em dinheiro, com acréscimo da variação percentual ocorrida no tempo. Os retornos sofrem variação ao longo do tempo. De acordo com o tipo do investimento, os impactos podem ser eliminados por meio do cálculo das médias históricas de longos períodos.

No quadro a seguir, há uma breve descrição de três tipos de retornos.

 

Quadro – Três tipos de retorno.

Tipos de retornosDescrição
Retorno esperadoRemuneração solicitada para que as aplicações sejam mantidas.
Retorno exigidoTrata-se do retorno esperado só no caso de um mercado eficiente.
Retorno realRetorno efetivo obtido com o investimento.

Fonte: Elaborado pelo autor.

 

IMPORTANTE!


Portanto, com o estudo desenvolvido neste tópico, é importante destacar que os investimentos não estão livres de riscos, pois são imprevisíveis considerando a relação entre risco e retorno, a qual a gestão financeira busca equilibrar para que os objetivos sejam alcançados.


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Doutor em Economia pela Universidade Federal de Santa Catarina e mestre em Economia Aplicada (quantitativa) pela UFPEL. É economista, especializado em Finanças pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atuou como Agente Autônomo de Investimentos (ANCORD), Analista e Controller. Pesquisador com publicações científicas internacionais sobre efeitos spillover e herd behavior no mercado de capitais. Autor de 7 livros.
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