Separação de Alfa e Beta

Nesta aula, discutiremos sobre as letras gregas alfa e beta. Na abordagem de separação entre alfa e beta, o investidor ganha uma exposição ao risco sistemático, o beta, através de um fundo de índice de baixo custo (ou ETF), acrescentando um alfa através de uma estratégia de long-short. Essa estratégia pode ser particularmente adequada para mercados altamente eficientes que apresentam dificuldades para gerar alfa. Outra vantagem dessa abordagem é que permite que o investidor tenha acesso a capitais próprios, estilos e classes de ativos, mesmo fora de uma classe de risco sistemático. O investidor também poderá compreender e gerenciar os riscos de uma forma melhor conforme a abordagem de separação entre alfa e beta, visto que eles se tornam mais claramente definidos, de modo oposto a uma estratégia única, na qual os riscos não são tão evidentes. Por último, particionando o alfa e o beta, o investidor terá uma ideia mais concreta no que se refere aos custos de investimento. Nesse sentido, vale ressaltar que a exposição passiva (beta) geralmente é mais barata do que a exposição ativa (alfa).


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Doutor em Economia pela Universidade Federal de Santa Catarina e mestre em Economia Aplicada (quantitativa) pela UFPEL. É economista, especializado em Finanças pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atuou como Agente Autônomo de Investimentos (ANCORD), Analista e Controller. Pesquisador com publicações científicas internacionais sobre efeitos spillover e herd behavior no mercado de capitais. Autor de 7 livros.

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